- Você acredita? 
- O que sei é que se abrir a gaiola agora, ele não voará para longe.
- E as pessoas? 
- Ah, sempre fechadas! - Ela suspirou – A necessidade que sinto delas é sempre maior do que elas sentem por mim.
(DMA)
A dor não precisava ser minha para doer em mim. 
(DMA)
Eu queria ajudar, queria socorrê-la, dizer que não importa qual a intensidade da sua dor eu estaria ao seu lado, queria solucionar todos os seus problemas, mas eram quilômetros de distancia que nos mantinham separadas, mesmo quase sempre ela estando ao meu lado.
(DMA)
Ela chorava, eu não entendia. E o fato de não entender, doía.
(DMA)
Você sofre por amor.
E por honra, vingança, ou qualquer outro sentimento estupido, você escolhe nao abrir seu coração mais. E luta por isso, até que seu coração cede, e aceita o fato de se manter fechado.
No fim você entenderá, por mais doloroso que seja sofrer por um babaca, pior ainda é se sentir babaca por não saber mais amar!

(DMA)
Ver eles me fazia refletir. "Deus. como sobrevivem sem amizade?". Mas não aquelas fúteis, estas já tive várias, digo, aquelas que apenas a presença conforta.
(DMA)
A moça sabia que haveria ouvidos para escutar, sabia também que os olhos não iriam acusar. Mas ela criava, inventava, recriava, milhares de motivos para não falar.
Ela acreditava nos problemas dos outros, mas qualquer que fosse o seu, era fútil demais para incomodar, por isso ela se calava, deixava tudo passar. Vivia assim, mesmo nunca estando livre.
(DMA)
Não por mim, pelas pessoas. Tenho medo de viver da forma que vivo mentalmente.
(DMA)
Olhava pra mim nestas atuais condições, e ria, era a unica coisa que restava.

- Vai lá encarar sua futilidade outra vez.
(DMA)
Sorria. Vamos, você já chorou outras vezes e de nada adiantou. Coloca um sorriso nesta cara e continua com a vida, porque parar não é morrer! Ou é, mas aos pouquinhos, e morte assim é dolorosa demais.
(DMA)
 
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